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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pesquisa: 2 milhões de spams trafegam pela internet a cada segundo




spam
Durante um período de duas semanas, a BitDefender, empresa de soluções de segurança para Internet, recolheu mais de 2 milhões de amostras de spam de diferentes regiões e em diferentes momentos do dia. Este número pode parecer muito ao usuário normal. Contudo, esta é a quantidade que a cada segundo trafega pela Internet.

Os resultados da Bitdefender foram os seguintes: 1,14% do spam tem arquivos anexos. Ainda que as mensagens de spam sejam potencialmente perigosas por natureza (já que podem levar os usuários a páginas fraudulentas ou a comprar produtos ou medicamentos fraudulentos), aqueles que incluem arquivos anexos são ainda piores.

Uma análise mais detalhada dos arquivos anexos revelou que 10% incluem malware ou formulários fraudulentos. Esse número pode parecer baixo, mas significa que estão sendo enviados, a cada dia, cerca de 300 milhões de lixos eletrônicos com arquivos anexos maliciosos.

29,74% dos arquivos anexos são páginas HTML (sejam ofertas de phishing ou comerciais), seguido por arquivos de imagens e apresentações (9,6%) e os arquivos DOC aparecem na terceira posição, com 6,26%.

A maioria dos arquivos anexos executáveis levam worms de correios eletrônicos (Worm.Generic.24461 e Worm.Generic.23834), assim como a vírus genéricos (Win32.Generic.497472 e Win32.Generic.494775).

Problemas para as empresas

O lixo eletrônico é especialmente danoso para as empresas. Se cada trabalhador gastar dois minutos por dia gerenciando spam (recebê-lo, abri-lo, identificá-lo e eliminá-lo), significa que os profissionais gastarão 10 minutos por semana e cerca de 520 ao ano, isto é, 21 horas.

Também pode-se somar perdas como custo de armazenamento, uso desnecessário de banda larga, problemas derivados da abertura de spam que contêm malware etc. Segundo dados da Bitdefender, 78% dos incidentes de perdas de dados nas empresas deve-se a comportamentos inseguros por parte dos trabalhadores.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Desenvolvedor descobre falha que permite roubo de dados em iOS e Android



Reprodução
Segurança movel
Um desenvolvedor chamado Gareth Wright descobriu uma grande falha em aparelhos com iOS e Android. Os smartphones dos dois sistemas operacionais que possuem integração com o Facebook e com o LinkedIn podem apresentar falhas que permitem o acesso a dados de login e senha dos perfis nas redes sociais.

Gareth, usando um software de acesso ao dispositivo por meio de um pendrive, explorou pastas relacionadas aos aplicativos das redes sociais e encontrou o arquivo "plist", que serve para armazenar informações de conta e configurações dos usuários sem nenhum tipo de criptografia, oferecendo as informações em formato de texto.

Ao copiar o arquivo para outro aparelho, o desenvolvedor teve acesso a "praticamente todas as informações" do usuário. O único "consolo" é que o dispositivo precisa ser acessado fisicamente. Isso significa que computadores públicos são o local onde a ameaça está. Então, fique longe deles.

O The Next Web também diz que o mesmo problema pode afetar usuários do app móvel do Dropbox, de armazenamento da nuvem. Segundo o site do desenvolvedor, as equipes de segurança do Facebook, Dropbox e LinkedIn já estão trabalhando para corrigir e minimizar o erro.

Anonymous são eleitos celebridade do ano pelos leitores da revista Time



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Anonymous
A revista americana Time divulgou que o grupo hacker Anonymous foi eleito pelo público como a celebridade do ano de 2011. Os responsáveis pelo ataque a diversos sites de empresas obtiveram mais de 390 mil votos em uma enquete no site da publicação.

No entanto, segundo o Mashable, a votação pode ter contado com a ajuda de alguns simpatizantes do grupo, que utilizaram métodos pouco éticos para contabilizar votos. De acordo com informações, o total de votos teria subido de 14 mil para 380 mil em apenas alguns dias. Ao ser questionada, a revista afirmou que não houve fraude.

O grupo de hackers ficou à frente do presidente americano Barack Obama, das cantoras Adele, Lady Gaga e Shakira. Para ver a lista completa, clique aqui.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Hacker cria PC mais lento do mundo: máquina demora 4 horas para inicializar




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O PC mais lento do mundo a roda Linux
Todos nós queremos PCs cada vez melhores e mais rápidos, certo? Bom... as coisas não funcionam exatamente dessa forma. O hacker russo Dmitry Grinberg resolveu criar o PC mais lento do mundo, somente para mostrar como o sistema Ubuntu – baseado no Linux – é versátil. Para termos uma ideia, o PC leva quatro horas somente para inicializar o sistema.

O projeto é chamado "Linux on a 8-bit micro?" ("Linux em um computador de 8 bits?", em tradução livre) e usa um processador ATmega de 24MHz. A velocidade dele é tão baixa que Dmitry criou um emulador para que o Ubuntu conseguisse se comunicar com o hardware, já que o sistema só reconhece placas de mais de 32 bits.

O hacker utilizou portas seriais para conectar um teclado e um monitor LCD e utiliza um cartão SD de 1GB para armazenamento. Para se ter uma ideia da velocidade – se é que pode-se chamá-la assim –, o clock do processador ficou em 6,5MHz, milhões de vezes mais devagar que um hardware atual.

Reprodução

Dmitry diz que, com o boot completo, o sistema roda medianamente: ao inserir um comando manual, o sistema leva cerca de um minuto para responder. Dmitry diz que "pode não ser definitivamente o mais rápido, mas acho que pode ser o mais barato, lento, simples de montar, com menos peças e rústico computador com Linux", segundo seu site.

Ele gastou míseros US$20 (cerca de R$36) no desenvolvimento do projeto. E se você também quiser um computador superlento aí na sua casa, basta entrar no site de Dmitry que ele te ensina como montar.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Líder do antigo LulzSec entrega ex-parceiros e membros do Anonymous


Sabu
Acervo pessoal
Um golpe duro na célula hacker Anonymous? Segundo informações da Fox News confirmadas por diversos oficiais do FBI, o hacker Sabu, líder do "LulzSec", um dos muitos parceiros do Anonymous e que assumiu responsabilidade por ataques online direcionados à CIA e à Sony, entre outros, foi preso e está colaborando com a agência de investigação federal estadunidense na captura de outros hackers.

De acordo com a matéria exclusiva do site, o hacker Sabu - que foi identificado como Hector Xavier Monsegul, desempregado, 28 anos e pai de dois filhos (foto em destaque) - já estava sob custódia das autoridades "há algum tempo", declarou-se culpado das acusações de crimes cibernéticos e vazamento de documentação sigilosa. Desde então, segundo diversos porta-vozes do FBI, ele vem auxiliando o governo na identificação de hackers que pertencem ao Anonymous. Ele é residente da cidade de Nova York e mora em um conjunto habitacional no lado leste da metrópole.

Como resultado da cooperação de Xavier, diversos líderes do que antes era o LulzSec já foram presos ou possuem novas acusações criminais. Entre eles, estão nomes como "Kayla" (Ryan Ackroyd) e "Topiary" (Jake Davis), ambos de Londres; "pwnsauce" (Darren Martyn) e "palladium" (Donncha O'Cearrbhail), da Irlanda; e, de Chicago, "Anarchaos" (Jeremy Hammond). De todos estes, "Kayla" é suspeito de ser o segundo em comando, logo abaixo de Sabu.

Já o próprio Sabu deverá ser indiciado em julgamento separado, rotulado como membro-chave da célula Anonymous.
Histórias de guerra

O LulzSec, que anunciou seu fim em julho de 2011, era uma célula hacker que ficou mundialmente famosa por comandar ataques à CIA, ao FBI e à Sony Pictures - esta última, comprometendo dados de usuários e vazando informações como logins e senhas, além de números de cartões de crédito.Diversas manobras podem ser atribuídas ao LulzSec em conjunto com os Anonymous - destaque para a "Operation AntiSec", que juntou em um só movimento os dois grupos, além de diversos hackers independentes. Inicialmente, o New York Times disse que o grupo "pregava peças pela internet", ao invés de atribuir uma capacidade mais séria de ataques aos seus membros. A maior especialidade do LulzSec era encontrar sites de pobre segurança e tirá-los do ar com métodos bem conhecidos, sobretudo SQL Injection.

Havia também diversas pessoas que, dizendo-se membros do LulzSec, realizavam feitos posteriormente negados pelo próprio Sabu. Entre eles está a obtenção de informações sigilosas do Censo britânico, que continha informações de milhares de cidadãos ingleses. Apesar do grupo ter se desfeito com apenas dois meses de vida (suas primeiras atividades datam de maio de 2011, enquanto sua última “cartada” – 50 Days of Lulz – teve início no meio de junho), há rumores que diversos membros tenham continuado a exercer atividades hacktivistas, alguns sendo incorporados pelo Anonymous.



terça-feira, 6 de março de 2012

FBI prende integrantes de grupo hacker ligado ao Anonymous

Três integrantes importantes do grupo hacker LulzSec, ligado ao Anonymous, foram presos pelo FBI nesta terça-feira, 6.
De acordo com informações do Estadão, um oficial do FBI que teria dito: “Isso é devastador para a organização. Estamos cortando a cabeça do LulzSec”.
Outros dois membros serão formalmente acusados hoje por conspiração.
O FBI teria chegado a esses membros através de informações conseguidas com um líder do LulzSec preso ano passado. Segundo a Fox, ele é conhecido na rede como “Sabu”, tem 28 anos e teria passado a colaborar com a polícia americana.
Os cinco integrantes enquadrados incluiriam dois britânicos, um irlandês e um americano.
Entre as ações recentes do LulzSec está a divulgação de uma gravação telefônica entre agentes do FBI e detetives ingleses.
Outras acusações pelas quais os presos devem ser indiciados são invasões dos sites da Sony, CIA e Senado americano.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Anonymous derrubam site da Interpol

Reprodução
Anonymous
A noite de terça-feira registrou novos episódios de confronto entre hacktivistas supostamente ligados ao grupo Anonymous e forças policiais. Tudo começou com uma ação coordenada pela Interpol, que resultou na prisão de vários hackers ligados aos Anonymous em diferentes países da América do Sul e na Espanha. No total, 25 pessoas foram detidas. Segundo a Interpol, o grupo estava se articulando para desferir cyber ataques contra o ministério da Defesa da Colômbia, a empresa de eletricidade chilena Endesa, entre outros alvos. Entre os detidos, acredita-se que esteja um dos responsáveis pelas operações dos Anonymous na América do Sul. Sua identidade não foi revelada, apenas seu codinome: "Thunder". Também foram retirados do ar servidores na Bulgária e na República Checa que estariam sendo usados pelo grupo.

Poucas horas depois do anúncio das prisões, os hacktivistas contra-atacaram e conseguiram derrubar o site da Interpol, que ficou fora do ar ou apresentou lentidão por cerca de três horas. O Twitter brasileiro dos Anonymous estampou a mensagem "Interpol, vocês não vão conseguir deter os Anonymous: somos uma ideia."

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Anonymous anuncia série de ataque a bancos brasileiros

O grupo hacker Anonymous anunciou nesta segunda-feira, 30, o início de uma série de ataques a páginas online de bancos no Brasil. De acordo com o grupo, a operação acontecerá ao longo desta semana, com o nome #OpWeeksPayment. A cada dia, um serviço de internet banking deverá ficar fora do ar por 12 horas, segundo o Anonymous.
O objetivo da ação é alertar a população sobre a injustiça e a corrupção que predomina no país, segundo o site INFO. A semana escolhida coincide com os principais dias de pagamento de salário.
O site INFO registrou intermitência no acesso ao site do banco Itaú na manhã desta segunda-feira, 30, e não recebeu retorno sobre o fato da assessoria do banco até o fechamento da matéria.
Na página no Twitter, o grupo postou diversas mensagens do suposto ataque ao banco: “#OpWeeksPayment – ATENÇÃO MARUJOS: Alvo @Itau em TANGO DOWN por 2h. GOOD JOB! Nossa, que cheiro de “pórva” da porra! Canhões incandescentes!”.
Site de bancos como Banco de Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, HSBC e Banco Santader estavam no ar durante a manhã desta segunda-feira, 30.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Hackers estariam tentando colocar satélite próprio em órbita

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Satélites
Os coordenadores da HGG - Hackerspace Global Grid - planejam lançar um satélite próprio no espaço, com o intuito de combater a censura na internet. A informação foi revelada durante o Chaos Communication Congress, em Berlim, Alemanha. Os organizadores do evento, quem revelaram a intenção do HGG, ainda dizem que, a longo prazo, o grupo de hackers pretende colocar um astronauta amador no espaço.

Nick Farr, ciberativista que vem sendo creditado como o "rosto público" do projeto, disse: "a crescente possibilidade de censura da internet nos motivou a isso. Queremos tirar a internet do controle de entidades terrenas". Como exemplo, Farr citou o Stop Online Piracy Act, um projeto de lei corrente nas cortes politicas dos EUA que visa dar mais controle a empresas particulares no tocante à divulgação de seus produtos.

No evento, ainda foi indicado que esse projeto, que exigiria muito dinheiro, seria financiado através de doações de usuários.

Pequenos empreendedores já conseguiram colocar um satélite no espaço - isso não é novidade. Entretanto, a ideia do HGG é manter o satélite operacional 100% do tempo, inclusive rastreando sua posição. A noticia completa pode ser vista aqui (em inglês).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Hackers brasileiros revolucionam a forma de esconder malwares

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Novos meios de esconder malwares
Você, provavelmente, estuda para melhorar e inovar em seu trabalho. Ao que parece, os hackers brasileiros também, já que os "nossos" cibercriminosos estão revolucionando esse mundo com novas maneiras de esconder malwares em arquivos, infectando mais e mais vítimas.

Em novembro, o time da América Latina do GReAT (Time de Pesquisa e Análise Global, em português), pertencente ao Kaspersky Lab, identificou trojans que utilizavam o chamado ciframento em bloco (block cipher, em inglês). É a primeira vez que a técnica de criptografia de dados é usada para este fim, ou seja, para a produção de malwares, segundo Dmitry Bestuzhev, diretor da GReAT latino-americana.

O golpe chega ao usuário por meio de uma mensagem de phishing. Só que o diferencial da vez é o fato deste tipo de mensagem forçar a vítima a instalar um software para acesso à conta bancária. Se executado, o usuário se infecta, e esse novo malware fica por muito mais tempo em atividade, pois a técnica criptografa grupos de bits que necessitam de uma chave ou senha para serem decifrados.

Para Dmitry, o uso de ciframento em bloco representa uma grande sofisticação dos golpes virtuais no Brasil, país que, até então, era conhecido por ter códigos maliciosos simples, em comparação com os feitos em outros cantos do planeta.

Outro novo meio utilizado pelos hackers nacionais se chama esteganografia e impressiona em sua engenhosidade: a utilização de imagens JPG para camuflagem dos trojans. Com isso, os cibercriminosos conseguem enganar sistemas de análise, já que o vírus passa pelo arquivo como se fosse uma simples imagem.

Outro "benefício" da nova técnica é que administradores de redes corporativas não são capazes de identificar o golpe, mantendo, assim, os arquivos online por mais tempo. Além disso, pode haver falta de conhecimento por parte dos analistas de malware.

Segundo o especialista, os criadores dessas novas técnicas estão disseminando os golpes de 2 em 2 dias. "Até o momento, o algoritmo de criptografia foi o mesmo, mas tenho certeza que ele será alterado após nossa divulgação", afirma.
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