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terça-feira, 6 de março de 2012

Skol lança linha do tempo no Facebook

A Skol é a primeira marca de consumo no Brasil a lançar a nova página em formato de linha do tempo no Facebook. O novo layout pode ser acessado pelo endereço www.facebook.com/cervejaskol e vai permitir que os fãs da cerveja acompanhem toda a história da marca. Na página, criada pela agência F/Nazca, a marca convida os fãs a participarem e se engajarem na construção da sua linha do tempo junto com a Skol. Os consumidores que dividirem na página seus melhores momentos com a Skol terão suas fotos impressas numa lata especial. “Queremos ser um facilitador na rotina do nosso consumidor e o lançamento da nova página será mais uma das formas de atingir esse objetivo”, afirma Pedro de Sá Earp, Diretor de Marketing de Skol.

E-commerce: confira as tendências para este ano

 As tecnologias estão avançando e se aproximando cada vez mais dos consumidores. Com isso, não era de se estranhar que tantos comerciantes estivessem preocupados em buscar soluções que pudessem facilitar as operações comerciais no seu dia a dia.
Nada mais justo tendo em vista a a quantidade de dispositivos portáteis com plataforma para web que circulam por aí, não é mesmo?
Pensando nisso e também visando orientar os comerciantes sobre os principais pontos a serem melhorados nos próximos 12 meses, o CMO da Rakuten Brasil, Alessandro Gil, listou dez tendências do varejo on-line para 2012.
A lista, com as dez tendências do segmento, encontra-se a seguir:
  • Dispositivos em alta  – em 2011, os dispositivos portáteis com plataforma para web transformaram o comércio virtual, mas, embora os sites tivessem uma ótima navegabilidade, a incerteza do consumidor quanto aos pagamentos móveis ainda se manteve nete ano, dificultando a conversão das vendas. Tal questão ainda está sendo tratada pela indústria, que deverá aplicar plataformas de serviços móveis de pagamento nos próximos 18 meses.
  • Canais móveis para pequenos comerciantes – grandes e pequenos comerciantes conseguirão aproveitar o canal móvel, sem incorrer em altos custos de infraestrutura. Sites afiliados, como o Groupon e o Vouchercloud, permitirão que comerciantes experimentem novos canais de consumo sem a implementação de um programa móvel dedicado.
  • Serviços pessoais – um ressurgimento deste modelo de serviço pessoal será observado no mercado, pois os consumidores se cansarão do excesso de comunicação das marcas on-line e focarão em comerciantes que oferecerem um serviço mais personalizado.
  • Tablets para compras on-line – os tablets representarão uma excelente oportunidade aos varejistas, já que sua rica funcionalidade substitui a tradicional experiência de barganha on-line numa experiência de loja virtual. A ideia, para se capitalizar com isso, é que os varejistas otimizem seu conteúdo para os tablets e pensem de forma criativa na apresentação, como se estivessem na loja.
  • Varejo on-line e off-line  – varejistas deverão unir os pensamentos on-line e off-line, reaplicando valores e ofertas do mundo digital nas lojas, bem como a rica experiência do produto das lojas virtuais.
  • Filial para lojas de rua – serviços de digitalização de código de barras auxiliarão os usuários a fechar o melhor negócio on-line para um produto que está na loja física. Este sistema insustentável significa para a loja física que ela não teve papel nenhum neste tipo de venda. É importante manter o papel das lojas de rua como um modelo de referência na conversão de vendas, como acontece on-line, para oferecer uma participação nas vendas virtuais que elas promovem.
  • Redes sociais farão a diferença – varejistas utilizarão cada vez mais as redes sociais, não apenas para o conhecimento da marca, mas também para o desenvolvimento do produto e o atendimento de seus clientes.
  • Comunidades comerciais sem fronteiras – os consumidores dos mercados em expansão, como Brasil e China, estão abertos para fazer compras on-line internacionalmente. Por isso, modelos de mercado internacional deverão fornecer, neste ano, a oportunidade de expansão de operações aos empreendedores, sem um custo abusivo, associada ao estabelecimento de modelos de distribuição local, instalação de lojas etc.
  • Transportes flexíveis – a adoção de transportes flexíveis será vital para o crescimento do negócio. No Reino Unido, por exemplo, isso fica evidente pela crescente popularidade do fenômeno "clique e receba", que representou 10,4% do total das vendas de comércio digital no país neste Natal, de acordo com o IMRG.
  • Conversa direta – os varejistas poderão se comunicar com seus clientes de acordo com os hábitos de navegação de cada usuário. A expectativa é que, neste ano, a troca de dados entre varejistas e redes sociais permita um conhecimento maior sobre o comportamento do consumidor. Com isso, espera-se que o marketing de cada empresa atinja diretamente o perfil de cada usuário.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

10 tendências para a mídia digital em 2012

divulgação
redes sociais
Dean Donaldson*

O ano de 2011 e o Carnaval já ficaram para trás. De agora em diante, temos pela frente dias que prometem ser intensos para o mundo online. Mas o que realmente vem por aí? Tenho certeza que no decorrer de 2012 vamos nos deparar com algumas novidades bastante interessantes. Portanto, reuni uma dezena de projeções que deverão marcar o ano que apenas começou.

1. HTML 5

Sem sombra de dúvida, a principal tendência para 2012 será um movimento para abraçar defifinitamente o HTML5, principalmente agora que a Adobe matou o Flash para mobile. Ainda dando os primeiros passos para atingir um bom padrão de navegação, os esforços da indústria vão se concentrar na compreensão dos benefícios do HTML 5 em relação ao Flash.

2. Rich Media para Mobile

Graças ao aumento do tempo gasto na navegação na Internet a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets, a publicidade deverá explorar novas oportunidades. No entanto, vale uma ressalva: o mercado deverá distinguir os anúncios padrão em 3G e peças Rich Media para o usuário que fará um download ou estará conectado a uma rede wi-fi.

3. Facebook Apps

A pedra no sapato para o Facebook deslanchar de vez é dar às marcas mais  oportunidades e visibilidade aos usuários de mobile de sua imensa base de dados. Como a rede social de Mark Zuckerberg lançou novamente sua oferta para incorporar aplicativos HTML 5, creio que os anunciantes conseguirão explorar com mais força seu potencial, uma vez que as agências são capazes de calcular o aumento da exposição até de marcas consideradas condenadas.

4. Cupons sob medida

As principais discussões a respeito das atividades baseadas em Marketing de Resposta Direta vão girar em torno de como dar o próximo passo depois de o usuário clicar na peça publicitária. Então, quais seriam as melhores maneiras de maximizar a resposta do consumidor? Anúncios direcionados online, aplicativos móveis para Mídias Sociais e QR Codes em outdoors ou na tela de TVs são apenas algumas das opções. As agências vão buscar tecnologias para movimentar o inventário da publicidade display tentando sempre aproximá-la do funil de compra, mas isso talvez só signifique mais cupons.

5. Social Buzz

Já se aceita há um bom tempo que a publicidade display leva o usuário a utilizar sites de busca para obter mais informações sobre um produto, serviço ou marca. No entanto, parece que a Mídia Social está mobilizando as pessoas com os mais diversos interesses, independente se o foco é o offline ou o online. O buzz provocado por ações de marca realizadas através de mídias sociais alcançará uma nova dimensão durante 2012.

6. Marcas como Publishers

Algumas marcas já fazem mais sucesso no Facebook e no Twitter que em mídias tradicionais e até em publishers consagrados. Por essa razão agências e anunciantes não medirão esforços para manter os consumidores finais engajados. Espere para ver marcas produzindo conteúdos exclusivos e procurando por novas maneiras de comercializar seu próprio inventário.

7. Dupla Projeção

A interação com conteúdos disponíveis em uma tela próxima a você relacionados à exibição linear de um vídeo em uma grande tela pública se tornará cada vez mais comum. Esse fenômeno ganhará proeminência e vai atrair anúnciantes a desenvolverem conteúdos interligados, permitindo uma experiência de marca ainda mais profunda para as pessoas que optaram por assistir a um vídeo e interagir com ele a partir de um tablet ou smartphone.

8. Planeta dos TV Apps

Com uma base de consumidores em constante transformação, que atualmente migra do conteúdo sob demanda para o conteúdo em movimento, os proprietários de mídia buscam adotar e monetizar aplicativos para navegadores com os mais diversos conteúdos. Jornais e revistas ampliam a oferta de aplicativos em grande velocidade. E, mais recentemente, canais de televisão também começaram a adotar essa estratégia.

9. Mensuração Cross-Media

Seja na China ou nos Estados Unidos, as agências já compram alcance combinado através de canais de TV e mídia online através de um único iGRP (Interior Gateway Routing Protocol). Por conta dessa nova realidade, as divisões de mídia estão começando a se despedaçar. Algumas questões sobre metodologia vão dominar as discussões e serão debatidas incansavelmente. Porém, a necessidade de consolidação deverá se sobrepor. Espere por compradores de TV e mídia online se esforçando para aprender cada tipo de linguagem.

10. Marca d’Água de Áudio

Minha principal dica se refere à marca d’água de áudio. Essa tecnologia não deverá apenas  fazer sua estreia em 2012. Acredito que ela vai se tornar a estrela do ano.  Saber quem está em uma sala conectado à TV com um dispositivo móvel via sinais de áudio de alta frequência, além de desafiar os mecanismos de medição de audiência, também vai pavimentar o caminho para a criação de novos anúncios direcionados ao consumidor desejado através de canais de mídia conectados entre si. Naturalmente, questões sobre privacidade vão se transformar em manchetes. Entretanto, o compartilhamento de conteúdos em redes sociais e a projeção são dois aspectos que poderão equilibrar a discussão. Tempos interessantes estão por vir!

* Dean Donaldson é Diretor Global de Inovação de Mídia na MediaMind, empresa que fornece  tecnologia e soluções em publicidade digital para agências e anunciantes.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Google Shopping chega ao Brasil

Reprodução
Google Shopping
A ferramenta de comparação de preços do Google, chamada de Google Shopping, acaba de chegar no Brasil. Com ela, usuários podem fazer suas compras mais facilmente, economizando dinheiro e tempo.

Segundo o site Google Discovery, dados como fotos, resenhas, preços e o local de compra são exibidos nas páginas. Também é possível pesquisar os produtos por data de lançamento, faixa de preço ou loja.

Lojistas também têm opções de ferramentas para adicionar seus produtos no site. De acordo com a empresa, não há custo para incluir seus produtos na base de dados. O vendedor ainda pode aparecer no site do buscador dependendo da relevância do item.

Lucia Tahara Le Menn, gerente de parcerias estratégicas para varejo do Google, diz que já há mais de 1 bilhão de produtos cadastrados. Além disso, a executiva conta que os brasileiros possuem um benefício exclusivo: consultar preços parcelados.

Para acessar o Google Shopping, clique aqui.
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