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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Desenvolvedora do Angry Birds se diz pronta para abrir capital



Reprodução
Angry Birds
A Rovio Entertainment, empresa desenvolvedora dos jogos Angry Birds, informou que a companhia está no momento certo para uma abertura de capital, segundo a agência de notícias Reuters.

A fabricante prevê desempenho robusto este ano e afirmou que agora está tomando as medidas necessárias para atender às exigências de governança corporativa e, assim, realizar uma oferta pública inicial (IPO).

As vendas em 2011 somaram 75,4 milhões de euros e o lucro antes de impostos foi de 48 milhões de euros. A companhia não forneceu resultados anteriores, mas disse que as vendas de 2010 ficaram na casa dos US$ 10 milhões.

A Rovio, fundada em 2003, foi avaliada em cerca de US$ 9 bilhões, apenas dois anos depois de ter lançado seu primeiro grande sucesso, o Angry Birds para iPhone. Desde então, os jogos já foram baixados mais de 800 milhões de vezes e contabilizavam 200 milhões de usuários ativos no fim de 2011, pouco menos que os 240 milhões da Zynga.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Baby Boomers estão se aposentando, gerações X e Y estão assumindo chefias. E agora?




reprodução
geração y
Stephanie Kohn

Uma pesquisa recente, divulgada pela Metlife, apontou que os Baby Boomers, geração das pessoas nascidas entre 1946 e 1965, estão se aposentando em massa - pelo menos nos Estados Unidos. Com essa tendência surgindo na América do Norte, a previsão é que o mesmo comece a acontecer por aqui.

Mas, que mudanças estruturais isso pode gerar no mundo corporativo? Segundo Lauriane Mattos, consultora de RH da Catho Online, pode haver uma quebra de paradigmas e formalidades estipuladas por gerações mais velhas. Além disso, a consultora acredita que, pelo fato das gerações seguintes - X e Y - serem mais ligadas à tecnologia, pode haver mudanças drásticas na automatização dos processos dentro das companhias.

A empresária Zuleika Bittencourt, de 54 anos, que foi diretora geral de uma grande companhia durante 10 anos, aposentou-se recentemente e diz ter visto uma mudança de cenário dentro das empresas. Para ela, as vagas deixadas pelos profissionais mais velhos serão cobiçadas por jovens ansiosos e ávidos pelo sucesso, portanto, além de maior competitividade dentro do mundo corporativo poderia haver, também, bastante rotatividade.

"Os Xs [nascidos no início dos anos 1960 até o final dos anos 1970] e Ys [nascidos no início dos anos 1980 até o final dos anos 1990] querem crescer muito rápido e, por isso, não são tão fieis às empresas como nós fomos. Com eles é assim: quem dá mais, ganha. Ou seja, com mais ofertas de vagas, vai haver também mais rodízio de cargos", comenta.

Neste aspecto, a consultora comenta que, para evitar a rotatividade e agradar os profissionais mais jovens, algumas empresas já estão se adaptando. Segundo ela, as companhias estão tendo que se enquadrar a sistemas de compensação e de benefícios personalizados para manter o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional - algo muito almejado pelos mais jovens.

Além disso, as empresas estão cada vez mais flexíveis e criando ações necessárias ao estímulo da criatividade e do desenvolvimento do empregado. Com a saída dos Baby Boomers, as empresas que ainda não pensam desta forma podem perder pessoas habilidosas. Portanto, a tendência é que as companhias se dediquem ainda mais a "agradar" seus funcionários.

"Se a empresa não se adaptar ao estilo da nova geração e tentar manter o padrão em que o chefe manda e o empregado obedece, poderá perder muitos talentos, uma vez que essa geração é adepta às políticas de flexibilidade e de acordos", diz.

Outro ponto levantado por Zuleika é que a aposentadoria da geração Baby Boomer e ascensão dos Xs e Ys pode gerar alguns problemas de relacionamento, já que estas gerações são mais insubordinadas do que as anteriores. Mas, a consultora da Catho discorda. De acordo com ela, as gerações X e Y valorizam a afinidade entre chefe e empregado, apesar de não manter o mesmo tipo de relação que o Baby Boomers. E ainda há mais um detalhe: os Xs, que provavelmente serão os novos líderes, reconhecem o potencial dos Ys e isto já dá uma abertura para uma boa relação entre eles e o crescimento dos jovens profissionais.

Lauriane ainda lembra que com a saída dos Baby Boomers é possível que os conflitos diminuam, já que haveria uma geração a menos dentro das companhias. Para ela, todos têm muito a agregar e o ideal é que as gerações sempre se adaptem e troquem conhecimento.

"Os Baby Boomers são procurados mais para cargos voltados à consultoria, devido a grande experiência adquirida ao longo de sua carreira profissional. A X está sendo procurada para cargos de liderança, uma vez que, apesar da pouca idade, já têm uma boa bagagem profissional. Ou seja, são profissionais que estão aprendendo a se relacionar bem com a geração Y e ainda servem como referência para essa nova geração. Além disso, gostam de trabalhar em equipe e aceitam desafios, o que tem sido muito pedido pelas empresas atualmente", ressalta.

Por fim, a consultora afirma que o mercado está em ritmo acelerado e busca profissionais que possam estabelecer relações interpessoais saudáveis. Portanto, seja você X ou Y, deve-se preparar para se submeter aos seus superiores e enxergar neles a sua oportunidade de aprendizado e crescimento. Esta pode ser a hora de você ter mais espaço no mercado corporativo, basta saber aproveitar a ocasião, doando os conhecimentos que lhe sobram e absorvendo o que os profissionais mais experientes têm a ensinar.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amazon cria loja de softwares na nuvem



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AWS Marketplace
A Amazon Web Services ganhou uma loja de aplicativos que instala com apenas um clique programas nos serviços da nuvem (cloud computing) oferecidos para os clientes da empresa.

Chamada AWS Marketplace, a loja também dá a opção dos usuários instalarem os softwares por conta própria, caso queiram uma configuração diferente da oferecida.

De acordo com o GigaOM, a novidade permite acessar versões totalmente configuradas de softwares populares no serviço da nuvem exigindo apenas um clique do usuário, e facilitando a instalação, principalmente de programas mais complexos.

A AWS Marketplace entrou no ar oferecendo softwares de empresas como IBM, SAP e Microsoft, além de programas de código aberto como o sistema de gerenciamento de conteúdo Drupal, por exemplo.

A novidade, porém, pode prejudicar desenvolvedores que oferecem serviços pela Amazon Web Service. Algumas empresas já oferecem aplicativos pré-configurados para a nuvem, e os negócios podem ser prejudicados com a nova opção.

domingo, 15 de abril de 2012

Boeing lançará super smartphone com Android ainda este ano



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Boeing
A Boeing, montadora de aeronaves, quer invadir também o mercado de smartphones. A empresa divulgou planos de lançar um celular próprio que usará o Android, de acordo com a CNET.

O smartphone da Boeing deve ser bastante potente e com uma versão bastante segura do sistema móvel de código aberto. Ele está sendo desenvolvido para ser mais caro do que os principais aparelhos do mercado, como o iPhone.

A ideia é que o aparelho, por ser extremamente seguro, seja usado por pessoas que precisam proteger ao máximo as informações pessoais, como militares, por exemplo.

Não foram divulgadas informações sobre o hardware do celular, mas os executivos da empresa afirmam que ele está na fase final de desenvolvimento e esperam lançar o dispositivo até o fim de 2012.

Intel promete Ultrabooks por US$ 699 ainda este ano nos EUA




Ultrabook
ultrabook
O preço dos Ultrabooks vai cair ao longo de 2012 e será possível comprar máquinas por US$ 699 nos próximos meses, nos EUA. Pelo menos é isso o que diz a Intel, idealizadora dos equipamentos.

A fabricante de processadores promete 75 novos modelos de Ultrabooks para este ano e preços menores para eles. Atualmente, os modelos mais baratos custam US$ 799, e algumas fabricantes, como a Acer, acreditam ser difícil reduzir o valor para os consumidores, segundo o The Verge.

Os novos modelos de Ultrabooks devem usar processadores Ivy Bridge e a Intel também acredita no lançamento de dispositivos híbridos que funcionam como notebooks ou tablets.

No segundo semestre, o mercado também deve receber diversos Ultrabooks já com o Windows 8. Fabricantes como Acer, Asus, Dell, LG, Samsung e HP já preparam equipamentos com o novo sistema operacional.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

SAP quer roubar liderança da Oracle em soluções para bancos de dados



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SAP
Com quase 40 anos de vida, a SAP, gigante dos softwares empresariais, planeja fazer investimentos de US$500 milhões (cerca de R$900 milhões) para que novos clientes sejam atraídos para sua mais nova ferramenta de processamento de dados, o Hana. Com isso, a empresa quer tomar a liderança da Oracle, maior empresa no ramo.

A ferramenta da SAP é feita para analisar informações operacionais e dados não estruturados, como e-mails e redes sociais. Com o Hana, a empresa diz que o processo se torna quase 100 vezes mais rápido que o atual, pois é baseado na memória interna do PC, ao invés de ser baseado em discos rígidos.

Os planos incluem um investimento de US$337 milhões (cerca de R$606 milhões) em serviços de consultoria para os clientes, além de política de reembolso de até 18 meses. Segundo a Bloomberg, a SAP também colocará mais US$155 milhões (cerca de R$279 milhões) para incentivar o desenvolvimento de aplicações compatíveis com o Hana.

Vishal Sikka, responsável pela área de tecnologia e inovação da empresa, diz que esses incentivos "dão um forte sinal para os consumidores e para o mercado que estamos profundamente engajados em desenvolver essa área".

Até 2015, a SAP planeja levar sua receita, que em 2011 foi de 14,2 bilhões de euros, para o alto, chegando a mais de 20 bilhões de euros: "Estimamos que a SAP possa dobrar sua receita esse ano com o Hana, um dos principais produtos de seu portfólio", diz Rick Sherlund, analista da Nomura Equity Research. Ele diz, ainda, que a receita da ferramenta pode chegar a 500 milhões de euros em 2012.

Mercado de PCs apresenta leve crescimento no primeiro trimestre



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Computadores
O mercado mundial de PCs apresentou um pequeno crescimento de 1,9% no primeiro trimestre de 2012, contrariando previsões da consultoria Gartner que indicavam um declínio de 1,2% na venda de computadores pessoais, de acordo com a Reuters.

O crescimento da procura por PCs foi maior do que o esperado pela Gartner em todas as partes do mundo, especialmente na Europa, Oriente Médio e África, onde o crescimento foi de 6,7% em relação ao primeiro trimestre de 2011.

Nos Estados Unidos, como era esperado, o mercado encolheu, mas a queda foi menor do que a prevista. A Gartner previa uma queda de 6,1% no país, mas as 15,5 milhões de unidades vendidas representam uma queda de apenas 3,5%.

A HP segue como a principal fabricante do mundo, com 15,3 milhões de PCs vendidos no período e 17,2% do mercado. A chinesa Lenovo apresentou o melhor resultado do período. Com 28,1% de aumento nas vendas, a companhia ficou com 13,1% do mercado.

Para o ano de 2012, a Gartner acredita que lançamentos que ainda chegarão ao mercado vão ajudar a melhorar a indústria pelo mundo. A consultoria destaca a chegada dos processadores Ivy Bridge, da Intel, e do Windows 8 como dois fatores que contribuirão para o mercado ainda neste ano.

terça-feira, 27 de março de 2012

Homem ou mulher: quem é melhor em cargos de chefia?




Homens x Mulheres
Não é de hoje que a disputa meninos x meninas ultrapassou as barreiras das brincadeiras de criança e veio para o mundo adulto, ou melhor, o universo corporativo. Quem é melhor como chefe: o homem ou a mulher? Bom, você pode discordar o quanto quiser, mas a ciência já tem uma resposta: as mulheres são melhores líderes.

Esta foi a conclusão de um novo levantamento conduzido pela Universidade Carlos III de Madrid, na Espanha. Segundo o site NewScientist, Eduardo Melero, autor da pesquisa, analisou os dados com foco no número de mulheres que ocupam posições gerenciais em empresas e as táticas de liderança empregadas por essas companhias.

As mulheres conduzem cargos de gestão de uma forma mais democrática, permitindo que os funcionários participem na tomada de decisões e estabeleçam canais de comunicação interpessoais. Esses canais interpessoais facilitam um contato mais estreito entre os administradores e empregados em organizações comandadas pelo público feminino.

Isso tem um duplo benefício para essas instituições. Primeiro, as empresas são capazes de decidir as coisas estando mais bem informadas, já que as opiniões dos empregados serão utilizadas no processo de tomada de decisão. Além disso, os funcionários também terão a sensação de contribuir e ter suas opiniões ouvidas no trabalho.

"As gerentes parecem estar mais inclinadas a usar esses tipos de práticas, individualmente, bem como promovê-las entre o resto da equipe. E como tal, uma equipe de gestão com mais mulheres poderia ser mais eficaz (mantendo todos os outros fatores constantes) na implementação dessas práticas", afirmou Melero.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Porto Digital: conheça o pólo tecnológico da região Nordeste

Crédito: Imago Fotografia
Porto Digital
Rafael Arbulu

É certo chamar uma iniciativa que une o governo, a iniciativa privada e o setor acadêmico, que é vencedora do Prêmio em Excelência de Inovação em Gestão Pública e concorrente do prêmio Greenbest 2012, de "popular"? A resposta mais razoável seria "sim". Entretanto, há casos em que, independentemente de todas as congratulações recebidas, projetos continuam desconhecidos para além de suas fronteiras.

Este é o caso do Porto Digital, um projeto que já existe há 12 anos, que não só é o objeto de todas as menções acima, como também promoveu uma revitalização completa na zona portuária do Recife, capital pernambucana - antes, uma área mal aproveitada, semi-abandonada. A equipe do Olhar Digital teve a oportunidade de conversar com Joana Sampaio, coordenadora do projeto, para que ela nos falasse um pouco mais sobre o que é e como foi concebido o Porto Digital.

"Desde sua criação, em julho de 2000, o Porto Digital tem investimento do Governo do Estado de Pernambuco, além de um montante vindo de empresas privadas do setor de TI e também de universidades locais. Foram aproximadamente R$ 90 milhões investidos na reforma da zona portuária da capital e na criação do que hoje se conhece como o parque tecnológico 'Porto Digital'", explica Sampaio. "Hoje, o porto abriga centenas de empresas do ramo tecnológico, usufruindo dos recursos criados a partir da revitalização dos 40 mil m² do local".

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Qualquer projeto criado dentro do Porto tem auxílio em logística, distribuição de recursos e ajuda financeira. Por causa disso, o Porto Digital já perdura por mais de uma década gerando cerca de 6 mil empregos em quatro centros de pesquisa de tecnologia, quatro multinacionais, além das startups que também estão sediadas ou possuem escritórios no parque.

Para capacitar a zona portuária para essa finalidade, Sampaio conta que foram necessárias revisões na estrutura primária: os idealizadores do projeto mexeram em cabeamento, fiação elétrica e outros fatores básicos, atualizando tudo para padrões mais modernos. Depois, foi necessária a instalação de fibras ópticas (8 quilômetros em 100 hectares) e a implantação de 26 quilômetros de dutos de ventilação e saneamento.

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Na maior parte, as empresas que estão instaladas no parque são voltadas para o desenvolvimento de software para gestão empresarial, soluções para o mercado financeiro e para a área de saúde, mas também há startups que desenvolvem games, sites e intranets empresariais e ainda controle de trânsito e mecanismos de segurança patrimonial. Grandes empresas como Microsoft, IBM, Samsung e Motorola possuem bases instaladas no parque, sendo que a Motorola mantém o único centro de verificação e integração de teste de software para celulares da marca no mundo - um investimento de US$ 20 milhões da fabricante estadunidense.

De acordo com um estudo feito em 2010, o Porto Digital fatura quase R$ 900 milhões por ano, engloba quase 500 empreendedores em seu parque e paga salários acima de R$ 2,5 mil. A maior parte de sua mão de obra possui ensino superior e pelo menos um segundo idioma. Atualmente, o Porto Digital se caracteriza por oferecer alta taxa de empregos ao público jovem: 35% dos trabalhadores de lá têm entre 17 e 25 anos.

No parque, a maior parte das companhias atua na oferta de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) - são 147 empresas neste setor, das pouco mais de 200 que têm base no pólo. Vale ressaltar: 89% das empresas no Porto Digital são matrizes.

Marilia Souto Maior de Lima, co-fundadora e CEO da Silicon Reef, diz que o Porto Digital foi bastante importante para o desenvolvimento da sua empresa. A startup dela atua no segmento de projetos de hardware. Especificamente, na captura de energias naturais, como a solar, e no emprego dela em circuitos eletrônicos integrados: "Nós começamos na universidade, dentro de um grupo de pesquisa. Depois de alguns anos, entramos para o C.E.S.A.R, uma incubadora de empresas dentro do Porto Digital, o que nos auxiliou na hora de estabelecer um negócio próprio". Ela diz que o Porto Digital ofereceu suporte em todas as áreas: capacitação profissional, seleção e montagem de infraestrutura e até ajudou na abertura de um escritório em São Paulo.

"Embora nosso segmento seja muito específico, o que, na maior parte dos casos, nos isole de parcerias ou trabalhos em conjunto, é inegável que o Porto nos ajudou muito no estabelecimento da Silicon Reef", diz.

João Paulo Oliveira, sócio-fundador da Proativa Soluções, concorda com ela. O empresário atua fora do Porto, mas trabalha continuamente com as empresas instaladas no parque tecnológico de Recife. "[O Porto Digital] tem uma cultura empreendedora. Lá, respira-se tecnologia de todo tipo, além de existir uma ênfase em fomento, auxílio ao pequeno empresário. Definitivamente, é um dos corações tecnológicos do Brasil".

Seria o Porto Digital a versão brasileira do Vale do Silício, na Califórnia? Rindo, Joana Sampaio, coordenadora do projeto, diz que não é para tanto, mas "estamos só começando". E você? Acha justa essa comparação? Já conhecia o Porto Digital?

Pela primeira vez, número de vendas de smartphones supera o de PCs

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Smartphones
Em 2011, a mesa virou a favor dos smartphones. Segundo a empresa de pesquisas Canalys, pela primeira vez na história, o número de smartphones entregues superou o de PCs. Com 487,7 milhões de dispositivos móveis, os celulares inteligentes superaram por 73 milhões de unidades os PCs e tablets, que tiveram 414,6 milhões de unidades disponíveis no mercado.

Segundo o site da revista Forbes, se compararmos com 2010, houve um aumento de 62,7% nas entregas de smartphones. E a grande responsável por esse crescimento foi a Apple, que vendeu 37 milhões de iPhones só no último trimestre de 2011.

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Aqui, claro, vale lembrar que a vida útil de um computador costuma ser muito maior que a dos smartphones.

"A disponibilidade de smartphones a preços mais baixos ajudou bastante. Em poucos anos, esses aparelhos passaram de um segmento de nicho para um mercado de massas", diz Chris Jones, vice-presidente da Canalys.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

CIEE disponibiliza teste gratuito que auxiliar estudantes a escolher a carreira ideal


carreira
No ambiente “Estudantes” do portal do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), jovens do ensino médio, técnico e superior podem realizar um teste gratuito que ajuda a escolher uma carreira ou a conferir se o perfil deles é compatível com uma área já escolhida.

Trata-se de uma ferramenta de autoconhecimento denominada Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes (IBTA). Basta preencher questões, dando notas de 0 a 4 sobre preferências de matérias na escola e sobre como lida com atividades rotineiras, entre outros aspectos.

Ao final do teste, o portal emite uma resposta imediata, relacionando o tipo de temperamento do participante a um leque de profissões e de personalidades que correspondem àquele modelo.

A avaliação foi elaborada pela pedagoga Maria da Luz Calegari, que estuda o assunto há mais de 20 anos e defende o conceito de que a essência da personalidade (visão de mundo, modo de fazer escolhas, interesses, valores e talentos naturais) está no temperamento do ser humano, que é inato. Clique aqui e faça o seu teste vocacional!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Vendas de software como serviço vão crescer mais de 300% em 5 anos, prevê IDC



Reprodução
Software como serviço
O mercado mundial de software como serviço – SaaS (do inglês, software as a serviço) – deve passar de US$ 16,6 bilhões, em 2010, para US$ 53,6 bilhões, em 2015. A estimativa faz parte de um relatório divulgado pela consultoria IDC, o qual aponta que, no período, o setor deve crescer mais de 320%.

Como reflexo do avanço desse modalidade, parte das receitas obtidas com a venda de licenças tende a migrar para o formato de contratação como serviço, na qual os clientes pagam apenas pelo uso das soluções. Assim, em 2015, a IDC projeta que a cada US$ 6 gastos com software, US$ 1 será destinado a SaaS.

Uma mudança de mercado que, segundo o vice-presidente de pesquisas das áreas de software como serviço e serviços em cloud (nuvem) da IDC, Robert P. Mahowald, representa uma excelente oportunidade de negócios para os fornecedores de TI, mas, ao mesmo tempo, vai exigir deles um reposicionamento de mercado.
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