terça-feira, 14 de agosto de 2012

O que é o Trapwire, o programa de espionagem divulgado pelo Wikileaks



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trapwire
Uma empresa de espionagem criada por ex-agentes de serviços de inteligência norte-americanos ganhou notoriedade nesta semana, quando apareceu citada em documentos da companhia de segurança global Stratfor.

Os dados foram roubados pelo grupo hacker Anonymous no final do ano passado na chamada operação AntiSec, que invadiu servidores governamentais em todo o mundo e inclusive derrubou sites no Brasil. Posteriormente, foram entregues ao Wikileaks, que aos poucos avalia e revela parte do material colhido - nada menos que 200 gigabytes de material interno da empresa.

Em e-mails e documentos oficiais já divulgados, há menção a uma nova companhia de espionagem, dirigida por antigos figurões da CIA e do Pentágono, que teria criado uma versão mais exata do reconhecimento facial e que já teria instalado o software em câmeras de rua para vigiar grande parte dos norte-americanos que vivem nas grandes cidades.

Os dados colhidos nos pontos de monitoramento espalhados pelo país seriam enviados em tempo quase real para uma central, que criptografava o seu conteúdo e agregava as descobertas aos arquivos dos serviços de inteligência.  Tudo isso era parte de um programa chamado TrapWire e inventado pela Abraxas, empresa que reúne ex-funcionários das principais agências governamentais e que tem grande entrada em círculos poderosos de Washington.

Apesar de ter atividades públicas e de o programa já ter sido divulgado pela imprensa anteriormente, os detalhes expostos nos arquivos do Wikileaks apresentaram o tema para boa parte do público norte-americano, que se espantou em constatar que as câmeras instaladas em postes nos seus bairros agora os vigiavam e estão conectadas a uma teia global de inteligência. O assunto mereceu menção nas principais publicações do mundo, como The New York Times ou The Guardian.

Os vazamentos do Wikileaks ganharam ainda mais atenção pela reação a eles. O site da organização ficou fora do ar nos últimos dez dias, vítima dos mesmos ataques de negação de serviço que caracterizam as ações do seu grupo-irmão, o Anonymous.

Especula-se que hackers de um grupo chamado Antileaks tenham sido contratados para bombardear o site e impedir que os seus documentos - possivelmente aqueles relacionados com a Stratfor – atingissem um público maior. A procedência dos ataques não é confirmada, mas a possibilidade de eles se relacionarem à exposição da Stratfor e do programa TrapWire é grande.

De acordo com um e-mail de 2009 vazado para o Anonymous, o vice-presidente de inteligência da Stratfor, Fred Burton, que já integrou a área do corpo diplomático responsável pela segurança, define o Trapwire como "uma solução tecnológica indicada para as zonas vermelhas para fim de reconhecimento de identididade". Outros documentos  indicam que a Stratfor assinou um acordo de cooperação tecnológica com a Abraxas.

E você, como se sentiria se fosse vigiado o tempo todo por câmeras do governo e por agências de espionagem muito suspeitas?

Estudo da Apple descobre por que algumas pessoas escolheram o Android



Apple VS. Android
Uma pesquisa realizada pela Apple em 2011 descobriu os motivos que levaram as pessoas a comprarem um Android ao invés do iPhone, segundo o site Cnet.

Entre os principais motivos está a disponibilidade do aparelho na operadora. O estudo sugere que a maioria (48%) dos usuários escolheram o Android simplesmente porque não queriam trocar de companhia.

Já 36% preferiram o Android porque confiam no Google e 30% preferem telas maiores, como as oferecidas pelo Samsung Galaxy S. Outros usuários  (27%) compraram aparelhos com Android, porque gostam mais da loja de aplicativos do sistema, e 26% queriam integração com os serviços do Google.

Se você comprou um Android ao invés de um iPhone, deixe nos comentários abaixo quais os motivos que o levou a adquirir um smartphone com a plataforma do Google. E aproveite para contar se vocês estão gostando do sistema operacional.

No gráfico abaixo você confere o resultado completo da pesquisa.

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sábado, 12 de maio de 2012

Facebook testa recurso para usuários pagarem para destacar um post

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Facebook
 // Não são todos os amigos que lêem as atualizações que você faz no Facebook. Mas, se você acha que algo é muito importante e não pode deixar de ser lido por ninguém, você poderá pagar para garantir que todos leiam.

O Facebook começou a testar um recurso de "Histórias em Destaque" específico para usuários comuns. Pagando uma pequena taxa para a rede social, a sua atualização de status aparece em lugar de destaque para todos os seus amigos e assinantes, segundo o TechCrunch.

A novidade está sendo testada por um grupo de usuários. Ao postar alguma coisa no Facebook, ao lado dos botões "Curtir" e "Comentar" aparece um "Highlight". Ao clicar nele, uma caixa com a forma de pagamento e o preço surge para o usuário. Os valores cobrados, até o momento, são de cerca de US$ 2 e o pagamento é feito por cartão de crédito ou PayPal.

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De acordo com a rede social, testes de novos recursos são constantes dentro da empresa. "Esse teste em particular é simplesmente para verificar o interesse das pessoas neste método de compartilhamento com os amigos".

Será que vai dar certo? Você pagaria para destacar uma atualização de status no Facebook? Deixe seu comentário abaixo!// </div>

O Siri se rebela: pergunte para ele qual o melhor smartphone do mundo



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Quando você constrói uma máquina de inteligência artificial, existe sempre o medo de que ela possa se virar contra você (lembra-se da Skynet?). Pois é. Parece que é isso o que o Siri fez com a Apple, apontando o Nokia Lumia 900, um dos principais rivais do iPhone 4S, como "o melhor smartphone do mundo".

Se você tem um iPhone 4S, faça o teste e pergunte: "What is the best smartphone ever?" E, ao invés das respostas bem humoradas que a máquina costuma dar ao ser questionada por coisas embaraçosas, ela não pensa duas vezes e afirma, na lata, que o Nokia Lumia 900 está no topo do ranking.

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O site The Next Web tem uma possível explicação para tamanho embaraço: o Wolfram Alpha é uma das fontes pesquisadas pelo Siri para trazer suas respostas. No serviço, o Lumia 900 é um dos aparelhos melhor avaliados pelos clientes.

Acesso remoto do Windows 7: saiba como visualizar dados do seu computador, mesmo à distância




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acesso remoto
Pense na situação: você está usando o laptop na sala de sua casa, mas quer acessar um arquivo que está armazenado no HD do desktop, que está no seu quarto. O Windows 7 possui uma ferramenta chamada "Acesso Remoto" e, com ela, você consegue ter total controle sobre uma máquina que não está por perto. É como se você estivesse controlando o mouse e o teclado daquele computador, via rede doméstica. Mas, para que o serviço funcione, é necessário configurá-lo primeiro.

Na máquina a ser controlada, faça o seguinte:

clique no botão "Iniciar" e escreva "sysdm.cpl" na caixa de texto. Em seguida, aperte ENTER.

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Agora, na tela que se abriu, vá para a aba "Remoto" e, depois, selecione a opção "Permitir conexões de Assistência Remota para este computador". Na parte de baixo, selecione a terceira opção: "Permitir conexões somente de computadores que estejam executando a Área de Trabalho Remota com Autenticação no Nível da Rede (mais seguro). Esta opção vai garantir a segurança da conexão, e impedir que hackers tentem invadir este computador. Agora, clique em OK.

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Pronto! O computador já está preparado para ser acessado e, caso você esteja à distância, estas serão as únicas instruções que precisará passar para quem estiver do outro lado da tela.

Acessando o computador da outra pessoa

Para conectar-se a um computador remoto, a máquina precisa estar logada a uma rede. Além disso, os passos acima precisam ser executados na máquina que se quer ter acesso. Também é preciso que você tenha um login e senha naquele computador.

Clique no botão "Iniciar" e escreva "Conexão de Área de Trabalho Remota". Clique na opção que aparecerá.

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Na tela que se abriu, você precisará escrever o nome do computador que quer acessar. Para descobrir qual a identificação do computador dentro da rede, abra o Windows Explorer (Windows + E) e veja o nome aqui, no canto inferior esquerdo.  Reprodução

Escreva o nome no campo específico e pronto! A partir de agora, você só precisará digitar seu nome de usuário e senha no PC de destino para ter acesso a todas as suas funções.

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Com este recurso, você consegue controlar o outro computador como se estivesse na frente dele, e aproveitando o poder de processamento da máquina-destino. Isso pode ser muito útil caso você esteja realizando alguma atividade pesada a partir de um netbook, por exemplo, mas utilizando a força de um desktop com processador mais potente.

Ao final do processo, basta clicar no “X”, que está no canto superior direito da tela remota.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

HP nega ter copiado design do MacBook Air em novo notebook



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A HP acaba de lançar o Envy Spectre XT, um notebook de ponta. A questão é que o produto é, digamos, bem parecido com os modelos da Apple (em especial o MacBook Air).

De acordo com o site CNET, o diretor de design industrial, Stacy Wolff, alega que o produto tem identidade própria e se defende das acusações feitas durante uma coletiva de imprensa em Xangai (China).

Com tanta semelhança, o executivo afirmou: "De modo algum a HP tentou imitar a Apple. Na vida há várias semelhanças", exclamou Wolff.

Ele ainda pediu para que as pessoas olhassem o produto com foco nas tecnologias nele contidas e não apenas em seu design. "A Apple gosta de pensar que são os donos da prata, mas não são".

Já a Apple está em "pé de guerra" com a Samsung  devido a patentes de software e pelas inúmeras semelhanças entre os smartphones e tablets. A Samsung, por sua vez, processou a Apple e após longas concessões lançou seu tablet Galaxy.

Em uma entrevista, Wolff argumentou que a HP está em posição diferente da Samsung pois utiliza o Windows da Microsoft em vez do Android do Google. "Somos fruto de um sistema Windows e estamos construindo um produto verdadeiro", comenta Wolff.

Quanto as características ‘diferentes’ entre os computadores, o executivo aponta o revestimento em borracha, a utilização de magnésio, diferente execução do teclado e componentes de audio. “Fizemos o equipamento antes da Apple e ninguém nos deu crédito”.

Facebook lança loja própria de aplicativos



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Facebook
O Facebook vai lançar uma nova Central de Aplicativos - "um espaço para encontrar a web social, além de apps para desktop e dispositivos móveis", de acordo com o site VentureBeat.

A central entregará para os 900 milhões de usuários da rede social o melhor em apps para iOS, Android, web e até softwares para desktop. "O objetivo é entregar aplicativos com base naquilo que seus amigos curtiram ou compartilharam", afirmou um executivo do Facebook para o site.

No entanto, a página não trará apenas softwares gratuitos. A rede social quer criar uma espécie de loja online, capaz de oferecer muitas vantagens para desenvolvedores de aplicativos. Os programas ganharão notas dos usuários para que os melhores sempre sejam exibidos no topo das listas, assim como acontece na AppStore. A rede social também terá um banco de dados com informações referentes ao tempo que as pessoas passam utilizando determinado programa, e tudo isso será compilado para definir esse ranking.

Ainda de acordo com o VentureBeat, o Facebook não pretende competir diretamente com a Apple ou o Google. A Central de Aplicativos, na verdade, entregaria tráfego para as duas plataformas. Para ter mais informações sobre a Central de Aplicativos, clique aqui.

Apple e Foxconn vão dividir custos para melhorar fábricas na China




Foxconn de Taiwan
A Apple e a Foxconn vão dividir os custos de investimentos nas fábricas que produzem iPads e iPhones para melhorar as condições de trabalho dos operários chineses, afirmou o presidente da Foxconn, Terry Gou.

Ele não especificou quanto será investido nas fábricas, mas disse que a Foxconn está gastando muito para mudar a percepção de que suas fábricas são péssimas para os trabalhadores, e disse que as críticas são injustas, segundo a Reuters.

"Acreditamos que melhorar as condições de trabalho não é um custo. É bom para melhorar a competitividade", disse Gou. "E acredito que a Apple pensa do mesmo jeito, então vamos dividir os custos iniciais", afirmou o executivo, sem informar se essa divisão será feita de forma igual entre as empresas.

A Foxconn é frequentemente acusada de explorar os operários sem oferecer boas condições de trabalho para eles. Nos últimos meses, a empresa anunciou uma série de medidas para mostrar que isso não é verdade. Em fevereiro, os funcionários ganharam aumentos entre 16% e 25%, e em março milhares de novos trabalhadores foram contratados para diminuir as horas extras.
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